Ficou assim. Parado. Nem sei se extasiado.
Havia corrido. Parecia fugindo.
Sei que acordou até sonado. Pensou, não acreditou e se refugiou.
Ela se calou. Ele, se notou, não acordou. Porque se tivesse acordado teria se manifestado. "Oi", teria dito.
Porque não é pecado.
Foi um ato transloucado. Por eles desejado. Talvez nem tivesse rolado.
Depois somente um "oi" teria sido bem recebido.
Como um ato louvável.
De verão, de praia, de estação, de uma noite, impossível, proibido, não deixa de ser amor perdido.
Juliana Tura
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